Braguinha assumiu a responsabilidade de dar a mesma quantia que Ayrton Senna dava para Adriane. Sua esposa, Luiza, revelou no documentário "Meu Ayrton" da HBO Max que a mãe de Ayrton, Neyde Senna, foi ao local onde Adriane estava vivendo para dar uma "esmola" que não daria nem para 2 meses. A esposa de Braguinha pediu para Adriane devolver o dinheiro, que Braga continuaria dando a companheira de Ayrton o mesmo valor que o piloto dava.
Braguinha assumiu a responsabilidade de dar a Adriane a mesma quantia que Ayrton Senna costumava oferecer. Sua esposa, Luiza, revelou no documentário “Meu Ayrton”, da HBO Max, que a mãe de Ayrton, Neyde Senna, chegou a ir ao local onde Adriane estava vivendo para entregar uma “esmola” que não daria nem para dois meses de sustento. Luiza contou que pediu para Adriane devolver o dinheiro, pois Braguinha continuaria fornecendo a ela o mesmo valor que o piloto dava.
“MEU AYRTON”: GENEROSIDADE, UMA VIRTUDE QUE SURPREENDE ATÉ HOJE
Depois da morte de Ayrton Senna, Antonio Carlos de Almeida Braga continuou ajudando Adriane Galisteu e família
Por Daniela
Atualizado em 24 nov 2025, 10h55 - Publicado em 24 nov 2025, 10h00
Se a avareza não fosse tão aguda no mundo, a desigualdade social talvez fosse outra. Quando surgem gestos — como dizer? — genuinamente generosos, merece registro.
Na série “Meu Ayrton” (direção de João Wainer), estreia da HBO Max sobre a história de Senna e Adriane Galisteu, contada pelo olhar dela, a apresentadora — tão humilhada à época — declara pela primeira vez o que todo mundo sabia, mas estava esquecido: depois da morte do piloto, Antonio Carlos de Almeida Braga lhe disse que continuaria a fazer por ela o que Senna fazia — bancando não só Adriane, totalmente desamparada, mas também sua família.
Braga e a mulher, Luiza (que tem participação importante na série), eram muito amigos de Senna, que, apesar de ter uma casa incrível no Algarve, preferia ficar com o casal, em Sintra, onde tinha um andar exclusivo. O gesto de Braga não deixa de ser surpreendente — talvez até incomum — nas classes mais altas.
Procurado, um médico muito bem informado diz só se lembrar de outros três casos, de alguma forma semelhantes e mais ou menos recentes:
Danuza Leão, sem ter onde morar, ganhou um apartamento na Avenida Atlântica da amiga Lily Marinho — ainda Lily de Carvalho, rica antes do casamento com o empresário Roberto Marinho.
O consultor de moda Julio Rego, nome destacado na sua área, morto em 2016, viu-se sem condições de manter o padrão de vida; o empresário Eduardo Vianna, o Verde, ex-presidente do Country Clube, cedeu-lhe um apartamento em Ipanema para morar para sempre. Extraoficialmente, depois da morte do Verde, foi convidado a se retirar.
O empresário Baby Monteiro de Carvalho bancou Jorginho Guinle por um bom tempo. Amigos de infância, Jorginho ficou pobre antes do que previra e sempre foi socorrido pelo dr. Joaquim, o Baby.
FONTE: Coluna Lu Lacerda, vejario.abril.com.br, 24 de novembro de 2025.
